sábado, fevereiro 14, 2004

 

Mad World - Gary Jules (BSO Donnie Darko)

All around me are familiar faces
Worn out places
Worn out faces
Bright and early for the daily races
Going no where
Going no where
Their tears are filling up their glasses
No expression
No expression
Hide my head I wanna drown my sorrow
No tomorrow
No tomorrow
And I find I kind of funny
I find it kind of sad
The dreams in which I’m dying are the best I’ve ever had
I find it hard to tell you
I find it hard to take
When people run in circles its a very very
Mad world
Mad world
Children waiting for the day they feel good
Happy birthday
Happy birthday
And I feel the way that every child should
Sit and listen
Sit and listen
Went to school and I was very nervous
No one knew me
No one new me
Hello teacher tell me what’s my lesson
Look right through me
Look right through me
And I find I kind of funny
I find it kind of sad
The dreams in which I’m dying are the best I’ve ever had
I find it hard to tell you
I find it hard to take
When people run in circles its a very very
Mad world
Mad world
Enlarging your world
Mad world

This song is for you...you know who! Big kiss...

sexta-feira, fevereiro 13, 2004

 

O Pipi é Punk? Não é Pink!

Como sabem, ontem, foi o lançamento (!!) d'O meu Pipi (7ª Edição), no Porto.
No final da noite as apostas eram muitas: sobre o número de blogger's presentes (foram poucos os corajosos que se desmascararam em público), sobre o teor dos post's que invadiria, hoje, a blogosfera, "aquele" é uma simpatia, "aquela" é uma querida e assim sucessivamente, tipo lamechice atrás de lamechice!
Ora, aqui o bichomau, não vai fugir à regra e vai perpetuar, neste blogue, as memórias lamechas mais relevantes da dita noite.
Chegamos ao local da festa, por volta das 22.30 horas. O (já) famoso "Pink" tinha uma multidão à porta, prenúncio de uma noite memorável. Como tinhamos convite, a entrada foi rápida e triunfal. No hall, uma loiraça com ar de queque, linda e assim para o boazona, mas com ar de enfado (normal no género), dirige-se a nós (hello, Edu!) e pergunta: "São vocês, o João Pereira Coutinho e o Alberto Gonçalves?", percebi logo que estavamos perante uma fã dos ditos! ?Não, não somos, mas somos amigos...chega?" Chegou...deu-nos umas ofertas lindas de morrer para o maço de tabaco, e nós, em uníssono e sensibilizados, largamos um singelo mas enfático "Obrigado..."
A seguir, pedimos umas Absolut, subimos as escadas, fomos à descoberta do espaço e ambientamo-nos. Entretanto chega a Charlotte, conheci-a logo (tal como a Bábá)! Magnífico, o vestido preto que lhe salientava as curvas do corpo, também elas, as curvas, magníficas! Ás 23.30, o lançamento oficial: a Charlotte a abrir, o João a fazer a eloquência da genialidade da fusão do "Português Clássico" com o "Português Vernáculo" do Pipi e o Alberto a fechar com a leitura de excertos do fenómeno literário.
Depois, bem, depois o momento da noite: o "conbíbio"! Na varanda, sim, na varanda, a descoberta do magnífico Carlos Quevedo (e marido da Charlotte)...Uma delícia de momento! A alegria é contagiante e permanente! E aquele riso...aquele riso é do outro mundo, infantil, genuíno, saudável! Adorei ouvir as suas dissertações curtas e incisivas sobre tudo, teatro, Luís Miguel Cintra (o detestado...), cinema, Manoel de Oliveira (encolhe-se os ombros, ok, os intelectuais franceses gostam...), César Monteiro (tenta fazer umas coisas giras...tem futuro!?), México (bons filmes, bons filmes), Argentina (a saudade...), Buenos Aires (a Cidade...), Paris (a loucura colectiva pós Giscard d'Estain), Madrid (enfim...), Portugal (os amores...) e até, o seu clube de eleição, o meu FCP?! Valeu! Valeu mesmo!
P.S. Dei um bejinho à Papoila, vi 2 Mata-Mouros, acho que andavam por lá o Cataláxia e o Liberdade de Expressão e mais ninguém se acusou...Que estranho, pensava eu que era tímido!

quinta-feira, fevereiro 12, 2004

 

Whatever...



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